O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu a reforma do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). "A mudança do ICMS que propomos é a cobrança do imposto no destino". Também ressaltou que o pior para o país é não fazer nada. "O risco da morte súbita não vem da reforma do ICMS, mas da inércia. Porque o STF (Supremo Tribunal Federal) está atento, e muito dos benefícios dados são inconstitucionais.