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Luis Carlos Ewald

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Luis Carlos Ewald

Economista e Engenheiro. Pós-Graduada em Mercado de Capitais pela FGV/RJ, onde leciona Finanças nos cursos de MBA. Atua como Consultor Econômico e de Treinamento de grandes empresas.


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"Dicas de economia doméstica"

"Dicas de economia doméstica"


Supermercados:
Planejar as compras, se possível em vista ao cardápio que será servido dia a dia.
Repetir pratos de vez em quando não é ruim e facilita sua vida. Controle os supérfluos. Não vá às compras com fome, com pressa, nos horários de pico - perde-se a paciência e compra-se mal.


Feira:
Descubra o horário em que os preços tendem a baixar. Substitua produtos - se o alface está caro, leve acelga, e assim por diante. Procure pelas verduras e legumes da época. Não utilize apenas de uma barraca, diversifique. Se possível evite montes ou bacias em ofertas. Evite comprar grande quantidade de uma só fruta, porque está barata. Poderá perder boa parte dela.


Água:
Lave a louça em dois turnos. Primeiro molhe-a bem. Feche a torneira e ensaboe tudo. Então abra a torneira e enxágue. Se você mora numa casa regule o numero de vezes em que a calçada é lavada. Seja drástica com os vazamentos: uma torneira pingando desperdiça mais de 40 litros de água por dia, ou seja, mais de 1.200 litros por mês.


Energia elétrica:
O chuveiro elétrico na posição verão, consome perto de 40% menos energia do que na posição inverno. Máquinas de lavar que utilizam água quente, gastam quase dez vezes mais energia do que as que lavam com água fria. Lâmpadas comuns podem ser trocadas por florescentes, que economizam 80% de energia e duram muito mais.

Telefone:
Aproveite os horários de tarifas menores para fazer seus interurbanos. Informe-se de qual é o critério para os horários à noite, aos sábados após as 14 horas e aos domingos e feriados. Verifique por quantos minutos é cobrando um impulso. Administre esse tempo e os múltiplos dele.
 

Como fazer um orçamento

Quanto você ganha por mês? Essa é uma pergunta fácil de responder, mas você sabe exatamente quanto você gasta por mês? E você é daqueles que acabam no vermelho?
Para se desenrolar, existe uma fórmula quase mágica: fazer um orçamento. "Na prática, é botar de lado o quanto você ganha e o quanto você gasta, para ver no fim o que sobra. Essa relação pronta é o seu orçamento", simplifica Luís Carlos Ewald, professor de Economia.

Lápis e papel na mão para aprender a calcular seus gastos no mês. O professor de Economia, Luís Carlos Ewald, listou os itens fundamentais desse orçamento.

-Morar
"Morar, você tem que pensar primeiramente no aluguel, depois no condomínio, nas despesas que você tem dentro de casa para morar", diz ele.

- Comer
"Nós estamos em um restaurante, mas o que pesa mesmo é supermercado, feira, açougue, padaria", enumera o economista.

- Estudar
Além da mensalidade, aqui entra transporte, material escolar, livros e revistas. Veja essa dica: "Eu vim estudar na livraria porque tem maior variedade de livros e, hoje em dia, os livros estão muito caros", comenta a estudante Cinara Gomes.

- Saúde
Temos que somar o seguro mais médico, dentista e remédios.

- Vestir
"Tem que ser classificada a roupa de homem, a roupa de mulher, a roupa das crianças e o calçado de homem, de mulher e de criança. De preferência, comprar tudo em liquidação", indica o professor Luís.

- Cuidados Pessoais
"Não deixa para fazer quinta, sexta e sábado, porque é mais caro", adverte Luís Carlos.

- Ir e Vir
Marque os gastos de passagens de ônibus e metrô. Se você tiver carro, combustível, oficina e o seguro.

- Lazer
Inclua clubes, cinema, teatro e restaurantes.
O próximo passo agora é saber se os gastos com cada item do orçamento estão corretos. Para isso, existe um comportamento padrão do brasileiro. Quanto se deve gastar com cada item do orçamento?

"A Fundação Getúlio Vargas apurou que a família padrão brasileira gasta 30% em habitação e moradia, 25% em alimentação, 12% em saúde e cuidados pessoais, 8% em educação e cultura", explica o professor de Economia, Luís Carlos Ewald.

E mais 15% em transporte, 5% em vestuário e 5% em despesas diversas. Vanessa e Marcos estão quebrando a cabeça para conseguir isso. O casal tem dois filhos e, há dois anos, financiou um apartamento.

"No total, ganhamos R$ 1250", conta Vanessa.
Para fazer seu orçamento, ela tem que somar as despesas no mês. No fim, percebe que passou de R$ 1300.

O professor começa sugerindo cortes na energia elétrica. "Vocês estão gastando mais de R$ 60. Eu acho que tinha que ser pelo menos a metade", diz ele.

"Vou ensinar as crianças a desligar a luz e ver uma coisa que está podendo cortar", diz Vanessa.

"Podem cortar pelo menos 50% do telefone. Ia render mais uns R$ 35, R$ 40 por mês e ajuda no pagamento do cartão", comenta Luís Carlos.

"Todo mundo hoje está gastando o que não pode com celular e abusando disso. Usa o telefone fixo que é muito mais barato", lembra o professor.

Ele manda eliminar também o cartão de crédito. "Eu uso ele como refúgio. Acabou, não tem mais dinheiro, vai ao cartão, porque eu não posso deixar de faltar alguma coisa em casa. Já tive que vender uma moto para tentar quitar. Quitei, mas no outro mês já começou a dívida de novo", diz Marcos.

"Uma boa saída para isso é você apelar para os parentes e ver, por exemplo, se você tem um tio ou um cunhado que tem dinheiro na poupança, ganhando, no máximo, 1% ao mês. Pede dinheiro emprestado a ele. Paga você 1% ao mês", indica Luís Carlos.

"Se vocês, daqui para frente, começarem a, uma vez por semana, no mínimo, anotar tudo o que gastaram, quando chegar ao fim do mês vocês vão ver que vão poder economizar muito mais cortando gastos que são supérfluos por não ter administração do orçamento", garante o economista.


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