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Tostão (futebol)

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Eduardo Gonçalves de Andrade, conhecido como Tostão, é Ex-Jogador de Futebol. É considerado um dos grandes jogadores do futebol nacional e internacional.

 

Iniciou sua carreira no futebol de salão do Cruzeiro, em 1961. Em 1962, com 15 anos e ainda no Cruzeiro, Tostão foi para a equipe júnior de futebol de campo. No mesmo ano, o América Mineiro o contratou, e assim jogou um ano pelo clube do coração dos seus pais. Em 1963, Tostão voltou ao Cruzeiro, clube que o projetou para o Brasil e o mundo.

 

Mesmo atuando no meio de campo, com a responsabilidade de armar as jogadas para os atacantes, Tostão é o maior artilheiro da história do Cruzeiro, com 249 gols. Estabeleceu marcas no Campeonato Mineiro, quando sagrou-se o goleador por 4 edições seguidas: em 1965, 1966, 1967 e 1968. Foi ainda o artilheiro da última edição da Taça de Prata, em 1970.

 

O Mineirinho de Ouro, como foi apelidado, integrou o mítico ataque da seleção que conquistou o tricampeonato mundial em 1970. Transferiu-se do Cruzeiro para o Vasco em 1972, na maior transação envolvendo clubes brasileiros até aquela época. Como jogador do Vasco, naquele mesmo ano, sagrou-se campeão da Minicopa pelo Brasil. A contratação de Tostão foi o símbolo do início de uma nova fase no Vasco, que passava por uma crise, e empolgou a torcida. Infelizmente, os vascaínos não puderam contar por muito tempo com seu futebol brilhante e inteligente. Depois de um ano, Tostão voltou a sentir os problemas na vista, conseqüência de um descolamento na retina que sofrera em 1969 ao levar uma bolada do zagueiro Ditão, do Corinthians. Depois de passar vários meses fora do time, acabou abandonando o futebol em 1973, aos 27 anos.

 

Em 1975, passou nos vestibulares da Faculdade de Ciências Médicas e da Faculdade de Medicina da UFMG. Optou pela segunda e se formou em Medicina (clínica geral), em 1981. E o Doutor Eduardo se recolheu a uma vida simples, tipicamente mineira, ao lado de sua mulher e seus filhos, deixando o Tostão para ser – com muita justiça – idolatrado pelos torcedores que jamais esquecerão a sua imagem.

 

Voltaria ao futebol na década de 1990, principalmente em 1994, após a Copa dos EUA, como comentarista esportivo e colunista de várias emissoras e jornais. Em 1993, já professor da Faculdade de Ciências Médicas, recebeu uma homenagem pelos seus feitos no Cruzeiro. Em 1997, aos 50 anos, médico e comentarista de futebol, Tostão reencontrou um novo prazer na vida: escrever. Escreveu o livro de memórias “Lembranças, Opiniões e Reflexões sobre Futebol”, pela editora DBA de SP.

 

Posteriormente, tornou-se colunista esportivo do jornal Diário da Tarde, de BH, passando depois para o Estado de Minas. Hoje, sua coluna é publicada pela Folha de S. Paulo e vários outros jornais brasileiros. Em 2008, Tostão recebeu a Medalha de Honra da UFMG.

 

08/2019


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