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Roberto Cabrini

Roberto Cabrini

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Francisco Roberto Cabrini é Jornalista de TV, especializado em jornalismo investigativo e grandes coberturas internacionais. Ganhou os principais prêmios nacionais como repórter investigativo (Esso, Comunique-se, APCA, Líbero Badaró, Imprensa, Tim Lopes, MPT, República e Vladimir Herzog) e cobriu 6 guerras. Atualmente, é apresentador e editor-chefe do Conexão Repórter, do SBT.

 

Considerado um dos principais jornalistas brasileiros, especializado em jornalismo investigativo, coberturas de guerras e da defesa dos direitos humanos, ganhou praticamente todos prêmios importantes em seu meio em 3 décadas de carreira. Iniciou sua carreira aos 16 anos de idade em uma rádio do interior de São Paulo e, aos 17, foi contratado pela TV Globo como o repórter mais jovem do telejornalismo de rede do país.

 

Em mais de 30 anos de carreira, Cabrini cobriu 6 guerras internacionais (Afeganistão, Iraque, Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti); participou de 5 Olimpíadas e 5 Copas do Mundo; foi correspondente por 8 anos – 4 em Londres e 4 em NY –, além de realizar coberturas em mais de 50 países.

 

Em outubro de 1993, após 7 meses de investigação descobriu o ex-Secretário do Tesouro do governo Fernando Collor, Paulo César Farias, em Londres. Em setembro de 1997, após uma investigação de 5 meses, localizou o paradeiro da fraudadora do INSS Jorgina de Freitas Fernandes na Costa Rica.

 

Também foi Roberto Cabrini quem noticiou, ao vivo, pela TV Globo, o óbito do piloto Ayrton Senna em maio de 1994. Cabrini cobria o GP de Fórmula 1 de Ímola, na Itália, e foi a Bologna acompanhar a sequência dos fatos onde entrou em plantão ao vivo para noticiar o fato.

 

Em março de 2008, foi contratado pela Rede Record. Na emissora, comandou, em 2009, o programa "Repórter Record", jornalístico semanal de reportagens investigativas que se tornou, nesta época, o programa da emissora de maior audiência, com médias que chegaram a ultrapassar 20 pontos de IBOPE. Ainda em 2009, ganhou o Prêmio Tim Lopes, com a reportagem "O chefe do tráfico", que revelou os bastidores do tráfico de drogas no RJ.

 

Em agosto de 2009, retornou ao SBT para ser editor-chefe e apresentador do Conexão Repórter, programa de grandes reportagens investigativas criado pelo próprio jornalista. Logo em seus primeiros anos de existência, o programa provocou a realização de 3 CPIs com suas reportagens: a do tráfico de crianças, a de pedofilia na igreja e a dos crimes de preconceito e intolerância racial. Comandando o Conexão Repórter, Cabrini conquistou o mais importante prêmio de reportagens do Brasil, o Prêmio Esso de Telejornalismo, em 2010.

 

A reportagem Sexo, Intrigas e Poder investigou casos antes ocultos de pedofilia dentro da Igreja Católica em Arapiraca, no estado de Alagoas, e que levou 3 sacerdotes, incluindo um importante monsenhor, a julgamento, repercutiu em todo mundo e fez com que, pela primeira vez, o Vaticano reconhecesse a existência de casos de abusos sexuais dentro da Igreja Católica no Brasil.

 

A sentença dos padres de Arapiraca foi proferida pelo juiz João Luiz de Azevedo Lessa, titular da 1ª Vara Judiciária da Infância e Juventude, em dezembro daquele ano. O monsenhor Luiz Marques foi condenado a 21 anos de reclusão. Já o padre Edilson Duarte e o monsenhor Raimundo Gomes foram sentenciados a 16 anos e 4 meses. O trabalho jornalístico de Roberto Cabrini e sua equipe foi considerado fundamental pelo ministério público para a condenação histórica dos sacerdotes católicos, fato inédito no Brasil. Em janeiro de 2012, o Vaticano anunciou que os 3 padres de Arapiraca, condenados por pedofilia, haviam sido expulsos da Igreja Católica.

 

Em 2012, denunciou os abusos em um hospital psiquiátrico de Sorocaba/SP, revelando imagens que lembraram as dos campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial. A reportagem foi elogiada internacionalmente. Ainda em 2012, o Conexão Repórter, comandado por ele, ganhou o Troféu Imprensa de melhor programa de jornalismo da TV brasileira de 2011. Em votação realizada em 2013, o Conexão Repórter voltou a ser escolhido como o melhor programa jornalístico da TV brasileira de 2012, ganhando, também, o Troféu Internet de melhor programa jornalístico, em votação popular. Ao explicar seu voto para o Conexão Repórter, Keila Jimenez, jornalista da Folha de S. Paulo, disse: "Cabrini respira jornalismo". O destaque de 2014 e 2015 ficou por conta da reportagem O doce veneno dos campos do senhor, no qual Cabrini e equipe investigaram e denunciaram o uso indiscriminado de agrotóxicos, que produz, silenciosamente, milhares de vítimas no nordeste brasileiro. A reportagem ganhou 2 prêmios: o Troféu MPT, do Ministério Público do Trabalho, em 2014, e o Prêmio República, da Associação Nacional dos Procuradores da República, em 2015.

 

Ainda em 2015, em votação realizada por jornalistas de todo Brasil (350 mil votantes), Cabrini foi consagrado como o melhor repórter de mídia falada do país naquele ano, conquistando o Prêmio Comunique-se, conhecido como o "Oscar" do jornalismo brasileiro. Em 2016, o Conexão Repórter de Cabrini venceu mais uma vez o Troféu Imprensa de melhor programa jornalístico em decisão unânime dos jurados. Em 2017, o feito se repetiu e o programa de Roberto Cabrini foi novamente eleito por unanimidade como o melhor jornalístico do ano.

 

Prêmios

 

1993: Melhor repórter da TV brasileira, Troféu Imprensa (premiado em 1994, ano em que cobriu a morte de Ayrton Senna e descobriu o paradeiro do fugitivo Paulo César Farias);
1995: Melhor programa jornalístico (entrevista com Fernando Collor e documentário no Iraque), Prêmio APCA;
1995: Entrevista com Fernando Collor de Mello, apontada pela Revista Veja como a melhor matéria do ano;
1995: Foi considerado pelo Jornal do Brasil o melhor repórter da televisão Brasileira do ano;
1996: Documentário Em Nome de Alá, realizado no Afeganistão, ganhador do Vladmir Herzog na categoria TV (quando atuava pelo SBT);
1997: Documentário Em Nome de Alá, vencedor do 14º Prêmio de Direitos Humanos do ano, da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc/RS e Brasil);
1998: Reportagem A verdadeira história do Vôo 254, vencedora do VI Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo do ano;
1998: Documentário Investigando a fraudadora do INSS, vencedor do 1º Prêmio Previdência Social de Jornalismo do ano;
2009: Prêmio Tim Lopes, O chefe do tráfico;
2010: Prêmio Esso de telejornalismo Sexo, Intrigas e Poder (Investigando a Pedofilia na Igreja);
2011: Troféu Imprensa, Conexão Repórter, melhor programa jornalístico;
2012: Troféu Imprensa, Conexão Repórter, melhor programa jornalístico;
2012: Troféu Internet, Conexão Repórter, melhor programa jornalístico;
2014: Troféu MPT (Ministério Público do Trabalho) com a reportagem O doce veneno dos campos do senhor;
2015: Prêmio República (Associação Nacional dos Procuradores da República), com a reportagem O doce veneno dos campos do senhor;
2015: Prêmio Comunique-se, melhor repórter de mídia falada do ano;
2016: Troféu Imprensa, Conexão Repórter, melhor programa jornalístico;
2017: Troféu Imprensa, Conexão Repórter, melhor programa jornalístico;
2018: Troféu Imprensa, Conexão Repórter, melhor programa jornalistíco.

 

07/2019


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