Beatriz Ferreira


Beatriz Ferreira

São Paulo/SP


Beatriz Ferreira

Maior Boxeadora do Brasil. Desde 2017, ela acumula a maior medalha do boxe feminino brasileiro em Olimpíadas, a prata, em Tóquio 2020, e ostenta um Bicampeonato Mundial no Boxe profissional.


Beatriz Ferreira é a maior Boxeadora do Brasil. Desde 2017, ela acumula a maior medalha do boxe feminino brasileiro em Olimpíadas, a prata, em Tóquio 2020, e ostenta um Bicampeonato Mundial no Boxe profissional. É Terceiro-Sargento da Marinha e faz parte do Programa Olímpico da Marinha (PROLIM) como atleta.

 

Filha de Raimundo Oliveira Ferreira, mais conhecido como Sergipe, ele foi Tricampeão baiano e Bi do Brasileiro nos pesos-galo e supergalo, além de ter sido sparring do tetracampeão mundial Acelino "Popó" Freitas por cinco anos. Com o passar do tempo, a pequena Bia se apaixonou pelo trabalho do pai, com um soco aqui, outro ali.

 

Ela começou a treinar de maneira mais consistente a partir dos oito anos de idade, e não parou mais. Com os esforços feitos pelo pai e pessoas que conheciam o trabalho na academia, Bia passou a lutar em competições nacionais. O patamar da pugilista mudou quando ela foi notada pela seleção brasileira.

 

Beatriz Ferreira teve um ciclo olímpico extremamente vencedor antes dos Jogos de Tóquio. Além da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima e do título mundial, ambos em 2019, Bia se consolidou como postulante à medalha olímpica com outras conquistas internacionais.

 

Bia ganhou torneios na Polônia, Sérvia, República Tcheca, Alemanha e mais de uma vez na Bulgária, conquistando o Strandja, em 2019 e 2021, e o Torneio dos Balcãs, em 2017 e 2020, entre outros torneios no país e mundo afora

 

A frustração com o Vice-Campeonato Olímpico não abalou Bia. Com conquistas em torneios mundo afora, a boxeadora teve 2023 como um ano de reafirmação no cenário internacional. No dia 26 de março, Bia venceu a colombiana Angie Valdez em Nova Dehli, na Índia, e se sagrou bicampeã do Mundial.

 

Bia Ferreira chegou a Paris como uma das favoritas ao ouro na categoria 60kg. Disposta a "colorir" a medalha de prata conquistada três anos antes com a cor dourada, ela não deu chances à norte-americana Jajaira Gonzalez e à holandesa Chelsey Heijnen nas oitavas e nas quartas-de-final.

 

Nas semifinais, a luta mais esperada pela brasileira. Ela reencontrou Kellie Harrington, da Irlanda, a adversária que venceu Bia na final olímpica em Tóquio. Novamente, a brasileira foi derrotada e ficou com o bronze.

 

Após a derrota, Bia lamentou a ausência na final, confirmou o fim do ciclo no boxe olímpico e disse ter uma "missão" entre as profissionais.

 

 

Temas das Palestras

 

* Competitividade;
* Disciplina;
* Motivação;
* Resultado;
* Trabalho em Equipe.

 

08/2024



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