Guido Mantega é Economista. Foi Ministro da Fazenda e Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo Lula. Foi o Ministro da Fazenda no primeiro Governo Dilma Rousseff, sucedido no cargo pelo ex-secretário do tesouro, Joaquim Levy.
É formado em Economia pela USP, além de Doutor em Sociologia. Foi professor de Economia no curso de Mestrado e Doutorado da PUC/SP, de 1982 a 1987. Teve entre seus alunos Demian Fiocca e José Márcio Rego. É professor licenciado da Escola de Administração de Empresas de SP da FGV.
Foi assessor de Paul Singer na Secretaria Municipal de Planejamento de SP durante a administração da prefeita Luiza Erundina (1989-1992).
Como ex-membro do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), teve o prefácio de seu primeiro livro, Acumulação Monopolista e Crise no Brasil, assinado por Fernando Henrique Cardoso. Seu livro com José Márcio Rego, "Conversas com Economistas Brasileiros II", teve prefácio do economista Luiz Gonzaga Belluzzo.
A partir de 1993, trabalhou como assessor econômico do ex-presidente Lula. Em 2002, foi um dos coordenadores do programa econômico do PT.
Com a posse de Lula, assumiu a pasta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, sendo depois transferido para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), após a renúncia de Carlos Lessa.
Em 2006, assumiu o Ministério da Fazenda, substituindo Antônio Palocci. A revista Época o considerou um dos 100 brasileiros mais influentes de 2009.
Em 2010, foi indicado para continuar no cargo de Ministro da Fazenda durante o governo da presidente Dilma Rousseff, sendo o primeiro ministro confirmado.
Em 2016, depôs em SP, sob condução coercitiva, na Operação Zelotes da Polícia Federal, que investiga favorecimentos de redução ou cancelamentos de multas a empresas, como a Cimento Penha, suspeita de ter comprado decisões do CARF.
Temas das Palestras
* Educação Financeira;
* Gerenciamento de crises;
* Gerenciamento de risco;
* Política;
* Responsabilidade Social;
* Tendências e Perspectivas Econômicas do Brasil.
04/2019