Viviane Mosé


Viviane Mosé

Rio de Janeiro/RJ


Viviane Mosé

Poetisa, Psicóloga, Psicanalista, Mestre e Doutora em Filosofia pela UFRJ. Colaboradora fixa do Encontro com Fátima Bernardes. Professora convidada do MBA em Gestão do Conhecimanto da COPPE/UFRJ


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Viviane Mosé é Poetisa, Filósofa, Psicóloga e Psicanalista, especialista em Elaboração e Implementação de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Espírito Santo, Mestre e Doutora em Filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. É professora convidada do MBA em Gestão do Conhecimanto da COPPE/UFRJ.

 

Escreveu e apresentou o quadro Ser ou não ser?, do Fantástico, entre 2005 e 2006, onde trazia temas de filosofia para uma linguagem cotidiana. Foi consultora sênior da Secretaria de Educação do Estado do ES, fazendo parte da comissão de reformulação curricular. É autora do livro Stela do Patrocínio: Reino dos bichos e dos animais é o meu nome, indicado ao prêmio Jabuti de 2002, na categoria psicologia e educação. 

 

Participou como comentarista do programa Liberdade de Expressão, da Rádio CBN, com Carlos Heitor Cony e Artur Xexéo. Tem diversos livros de poesia, filosofia e psicanálise publicados.

 

É hoje uma das palestrantes mais requisitadas do país. Fala sobre educação, cultura, sociedade, sempre tendo em vista os desafios do contemporâneo. Com grande capacidade analítica, Viviane faz diagnósticos, analisa cenários, propõe formatos, nos seguintes temas: educação, filosofia, psicologia, gestão empresarial, gestão pública, governança, ética, cultura, sustentabilidade, diversidade e recursos humanos.

 

Falando sempre de improviso, articula seu vasto conteúdo com a vida diária, sempre ilustrada com exemplos simples e divertidos, mas sempre muito precisos e pertinentes. Já palestrou em grandes eventos por todo o Brasil, tendo como clientes empresas dos mais diversos segmentos, como BNDES, Rede Globo, Itaú, Banco do Brasil, Petrobrás, SESC, SENAI, SENAC, FIRJAN, FIESP, O Boticário, Vale, Caixa, Telefônica, Philips, Raízen, Mercedes-Benz, dentre outras. Também é colaboradora fixa do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Globo.  

 

Temas das Palestras

 

Para o Banco do Brasil, Brasília

 

O que significa, hoje, nossa luta? Salários iguais para trabalhos iguais, proteção contra a violência, principalmente doméstica, contra assédio moral, contra a exploração sexual? Sim, sem dúvida, sobretudo a violência contra as mulheres é nosso maior desafio, mas, a maioria dos nossos grandes obstáculos já foi vencida, o mundo não é mais tão hostil às mulheres como foi no passado. Sabemos que ainda há muito o que fazer, mas o que caracteriza nossa luta hoje? Quem somos, o que nos tornamos, mulheres do século XXI? Será que não estamos aprisionadas por um plano, um projeto de vida construído em reação a opressão a que fomos submetidas? Não estamos, ainda, olhando pra trás? A hora, agora, nos exige um novo passo: não se trata mais de tomar um lugar, mas de criá-lo: qual o lugar de nossa diferença, qual o lugar que nos faz florescer? Precisamos construir um espaço que nos caiba e este espaço deve ser necessariamente complexo, como nosso corpo, nossa potencialidade.

 

Para a área comercial da TV Globo e a rede de lojas Richard's

 

O objetivo desta palestra é recuperar o aspecto positivo da competição, da luta, mostrando a necessidade humana de auto-superação como um dos ingredientes fundamentais para o vigor e a alegria, ou seja, para o bem viver. Partindo da idéia de vontade de potência, que marca o pensamento de Nietzsche, discutimos a noção de vida como auto-superação, como eterna ampliação de si mesma. Mas, relacionando a competição à prática de esportes, que têm como referência as olimpíadas gregas, objetivamos mostrar que a competição somente é positiva quando limitada pela ética, do contrário pode produzir desequilíbrios e violência. Ao mesmo tempo, quando competição e ética andam juntas, podem produzir como conseqüência a competência, requisito para uma trajetória bem sucedida. Competição, competência e ética são, portanto, o trinômio, não somente da vitória profissional, mas da luta cotidiana de viver.

  

Para a abertura do Encontro Sul-Americano de RH

 

Partindo de uma análise filosófica do surgimento dos valores que fundamentaram e guiaram nossa cultura, buscamos avaliar as mudanças de paradigmas que a contemporaneidade exige. Valores como estabilidade, unidade, verdade, são substituídos por multiplicidade, mudança, perspectiva. Considerando as exigências que o mundo contemporâneo tem feito ao homem, a maior delas tem sido, possivelmente, a quebra de rigidez, tanto nas avaliações das ações e das metas quanto das estruturas institucionais e empresariais. A rigidez é hoje um mecanismo de enfraquecimento. Ao contrário, a suavidade, a flexibilidade, a leveza, são os novos fundamentos da força e da eficiência. Como conviver com a diversidade, cada vez mais presente nas corporações? Não somente a diversidade de pessoas, mas de atitudes, de modelos, de respostas. Como incentivar a inovação, tão necessária nesta que se configura "sociedade do conhecimento"? O que é ser um líder diante deste novo quadro?

 

Encontro anual de criação da Central Globo de Produção, TV Globo; Encontro anual da CEGECOM, Central Globo de comunicação; Petrobrás, Rio de Janeiro; O Boticário, Curitiba; entre outros.

 

Para Nietzsche criar, mais do que um gesto individual, é um processo de integração e participação na vida. A vida cria em suas constantes transformações, em seu eterno jogo de vida e morte. Ao homem cabe dizer sim ou não a este processo, isto o define como homem. Ao dizer sim ao que os gregos chamavam de devir, o vir-a-ser constante das coisas, o homem se vê inserido em um processo que necessariamente leva à criação. Criar é suportar as contradições e intensidades da vida no corpo, é transformar em signo este movimento excessivo que é viver. Mas o rumo que nossa cultura ocidental tomou foi outro, ela separou e opôs o bem e o mal, o corpo e alma, o acerto e o erro, o belo e feio. Estimular a criatividade envolve, mais do que identificar gênios criativos, reconstruir, reinventar os laços do homem com a vida. Esta palestra tem um efeito bastante estimulador para os que trabalham com a área de criação nas empresas e pode ser acompanhada por uma oficina literária (ver oficina literária).

 

Para a NET, Telefônica e Editora Abril

 

Nossa cultura não nos incentiva a lutar, mas a chorar, a nos vitimar. Valorizamos e protegemos os fracos ao mesmo tempo criticamos os ousados, criativos. Consideramos o trabalho uma penalidade, e nosso sonho maior é sempre descansar. Mas a vida é sempre o resultado de uma luta. O fim da luta é a morte. E criar, a grande redenção. Utilizamos os filósofos Nietzsche e Espinoza. Falamos sobre a força de viver que move todas as coisas, ressaltando a importância dos obstáculos, das barreiras, para o aumento de vida. Estar alegre é estar acrescido de força, aumentado, e este acréscimo vem da superação dos obstáculos. Buscar novos desafios é intensificar a vida, aumentar sua força; em outras palavras, produzir alegria. A usina hidrelétrica é usada como metáfora para pensar a multiplicação da força a partir do obstáculo.

 

Para o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo e Assembleia Legislativa do ES

 

Ética é um dos temas mais caros ao mundo contemporâneo. Depois da falência dos grandes eixos morais, como a idéia de um bem universal, de verdade científica ou religiosa, assim como com o advento das grandes lutas sociais como a revolução feminista, o movimento gay, etc, os valores universais foram perdendo a validade. Hoje, com a imensa mudança de meios, diante de um mundo que ao mesmo tempo desaba e floresce, resta ao homem decidir, em cada ação, que postura tomar. Se antes consultávamos um manual do certo e do errado, hoje devemos pensar, elaborar, decidir que caminho trilharemos, e isto exige, não alguém passivo, que siga regras, mas alguém capaz de atitude e transparência. A ética exige autonomia e responsabilidade. Uma atitude ética é aquela que considera o entorno.

 

Para a Rede Pitágoras de Ensino, de Belo Horizonte, e Conselho dos Secretários Estaduais de Educação

 

Se as informações que necessitamos em nosso dia a dia estão cada vez mais disponíveis na memória de um aparelho celular, qual o destino de nossa própria memória? Para que decorar uma infinidade de coisas, se o acesso ás informações é cada vez maior, e se podemos contar com super-potentes memórias de bolso? Afinal, diante das imensas transformações que caracterizam o mundo contemporâneo, o que se torna fundamental aprender? Que tipo de conteúdos a escola deve ensinar? Em uma sociedade em que cada vez mais as máquinas fazem o trabalho manual e mental, resta a atividade em que o homem é imprescindível e essencial: criar. Inovação, criatividade, atitude, são moedas de alto valor na sociedade que se configura. Além disso, com as constantes inovações, próprias da era tecnológica, é fundamental aprender a aprender, para que o processo educativo permaneça depois da escola. A invasão de informações também deve ser filtrada e processada, por isto é essencial desenvolver métodos de pesquisa. Estas são algumas das inúmeras questões que precisamos pensar, quando educamos no mundo contemporâneo.

 

Para a Central de Pesquisa e RH da TV Globo, transmitido pela rede interna de TV para toda a emissora

 

Os valores são históricos e mudam com as culturas, e nascem da necessidade de controlar a natureza, as paixões, o mundo. Partindo de uma análise filosófica, do surgimento dos valores que fundamentaram e guiaram nossa cultura, buscamos avaliar as mudanças que o mundo contemporâneo exige. A ordem, a estabilidade, o equilíbrio, a coerência, a verdade, a unidade do eu, eram valores que norteavam nossas ações. Graças, não somente às novas tecnologias, mas a diversos outros fatores que marcaram a história do pensamento, a maioria das coisas que sabíamos ou achávamos que sabíamos, caiu, nas últimas décadas, por terra. Se a idéia de verdade foi o valor predominante nos séculos anteriores, hoje nossa civilização se vê obrigada a lidar com a mudança. E o homem, como o homem moderno tem lidado com tudo isso? Estaremos diante de uma nova subjetividade? Uma nova sociedade? Utilizamos as perspectivas dos filósofos Michel Foucault e Nietzsche.

 

Para a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos)

 

As crises são em geral construídas no decorrer de dezenas ou centenas de anos, produto da atitude equivocada de rejeitar o que incomoda, de esconder sob o tapete obstáculos que um dia se manifestarão como um impedimento insuperável, e aí a derrocada, a crise, e as mudanças que passam a se impor. Vivemos uma crise mundial, uma crise de legitimidade das instituições, dos valores, das ações humanas como um todo. O valor dos valores está sendo colocado em questão: o que é um valor, o que realmente vale? Que rede de valores cerca um valor, ou seja, que ações, conceitos, gestos, sustentam cada valor? Mais do que cuidar dos lucros é preciso hoje estabelecer as conexões que este aparente lucro traz, para saber se a equação é positiva e sustentável, e se, ao final, reverte em ganho ou perda. A formação humana está sendo colocada em cheque: que tipo de pessoas nossa sociedade, nossa educação, está incentivando? Como a mudança de valores está atingindo nossos talentos, nossas lideranças? Como lidar com este tempo de crise? Precisamos identificar o cerne destas mudanças e aproveitar o impulso da crise para nos prepararmos para esta nova sociedade que já se esboça diante de nós.

 

Palestras desenvolvidas de acordo com os eventos e temas propostos, envolvendo análises sobre o contemporâneo, pensamento, política, linguagem, e aprofundamento de questões cotidianas.

 

Outros temas abordados

 

* Liderando Transformações;
* Educação para a Vida;
* Acompanhamento de resultados do Estado do RJ;
* Educação e cultura desafios contemporâneos;
* Arte e cultura no currículo;
* A diferença a criatividade e a originalidade: como valorizar o professor que inova;
* Fique de bem com a vida: viva com saúde, viva bem a vida;
* Educação e direitos;
* Integridade e Integralidade de Vida no Trabalho;
* Os desafios da Educação infantil na Contemporaneidade;
* Honestidade;
* Escola pública no Brasil, desafios e ganhos;
* Liderando a si mesmo;
* II Encontro Regional de Educação Tecendo Redes pelo Direito de Ensinar e de Aprender;
* Transformação e Motivação;
* A relação ética entre compradores públicos e micro e pequenas empresas;
* O Aluno e o Principio da Globalização;
* Novos Caminhos da Educação Superior no Brasil;
* O Impacto da Tecnologia em nossas vidas;
* Novas Lideranças;
* Gestão do Individuo: Autonomia e responsabilidade;
* Boas Iniciativas na Educação básica pública municipal;
* Administrando Conflitos na busca de Conquistas;
* Diversidade e Tolerância;
* Sinais que vêm da rua - Biomedicalização da Vida;
* A Arte da Gestão em Ambiente de Mudanças;
* Diálogos sobre Diversidade e Inclusão;
* A Educação e os Desafios Contemporâneos;
* Educação e Segurança Pública;
* O Papel da Escola e da educação;
* Desafios da Educação para uma cidade;
* Os Desafios da Educação Contemporânea;
* Mulher na sociedade atual: comportamento frente à diversos temas que a cercam vida sexual, violência, mercado de trabalho, emponderamento, vida familiar, etc;
* Comportamental do professor/diretor/supervisor (como ele se coloca frente às dificuldades do ensino público, como agentes transformadores);
* O Sistema Nacional de Educação e os reflexos nas políticas públicas municipais;
* Ciclo “morar”: espaço e afetos;
* Os desafios da Educação na sociedade de consumo;
* Moral, ética e cidadania;
* Gestão em tempos de crise;
* Do raciocínio em linha ao pensamento em rede;
* Ética: Eu e você somos responsáveis;
* Os desafios de a Educação inclusiva no fazer pedagógico;
* Quanto de vida você coloca na sua vida;
* Empreendedorismo e seus impactos positivos na economia e na vida das pessoas;
* Os desafios do monitor do programa jovem aprendiz;
* A Educação e Transformação;
* A mudança de valores no mundo contemporâneo;
* A Universidade e os desafios da Educação;
* Recital O que pode a palavra ou palavra suja;
* Desafios da Educação na nova sociedade do conhecimento;
* A era da conexão e as reconfigurações na educação;
* Inovação, criatividade e atitude na sala de aula contemporânea;
* Avanços Tecnológicos e Cidadania: como construir perspectivas éticas para novos tempos;
* Vulnerabilidade e violência contra criança e jovens no Brasil;
* Amor, afetividade e individualidade nos tempos modernos;
* O papel do empresário no desenvolvimento ético da sociedade;
* O pensar criativo em momentos de crise;
* Gestão de Carreira;
* Inovação da Educação no Campo, apresentando exemplos de escolas rurais;
* Desafios da educação na nova sociedade do conhecimento.

 

 

08/2019



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