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Clayton Conservani

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Clayton Conservani é Jornalista e Repórter. Formou-se em Jornalismo pela Faculdade da Cidade, em 1991. Ainda na faculdade, passou por agências de publicidade e, em seguida, começou a trabalhar na TV Búzios. Em 1992, foi contratado pela TV Lagos, afiliada da Rede Globo em Cabo Frio/RJ.

 

Clayton sempre foi aficionado em esportes. Começou a correr na década de 1990, depois que se mudou para o RJ. Logo de início, já começou participando de uma meia maratona. Após a formatura, foi morar em Sorocaba/SP, onde tinha um amigo que corria, daí passou a gostar das corridas de longa distância.

 

Em 1993, depois de passar pelo escritório da TV Norte Fluminense em Macaé, foi trabalhar na TV Aliança Paulista de Sorocaba, onde se tornou editor e apresentador do noticiário esportivo local. Lá, fazia matérias de geral e cidades.

 

Foi na capital paulista que começou a participar de coberturas em esportes de aventura. Em 1996, fez uma matéria na Pedra do Baú, em Campos do Jordão, antecipando o que seria depois conhecido como Bungee jumping, já para a TV Globo. Em maio daquele ano, foi contratado como repórter do Esporte Espetacular e passou a trabalhar no Rio de Janeiro.

 

Em sua primeira participação no programa, apresentou uma expedição ao topo do Illimani, na Bolívia, acompanhando o alpinista Makoto Ishibe. Foram 2 edições na mesma montanha a 6.500 metros de altitude.

 

Em 1997, estreou no Jornal Nacional com a entrevista com um torcedor do Vasco da Gama sobre a vitória do clube no Campeonato Brasileiro de Futebol daquele ano.

 

Em 2001, cobriu no Rio de Janeiro a primeira edição no país dos X Games, competição que levou o esporte de aventura para a grade de programação da Rede Globo.

 

Participou da cobertura do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em 2006, em Interlagos/SP. Na sequência, cobriu as corridas da Stock Car, a edição do Rally dos Sertões e o Rally Dakar, no continente africano.

 

Entre as reportagens excursões, esteve em 2002 no monte Aconcágua, na Argentina. Na oportunidade, usou pela primeira vez o kit correspondente, equipamento desenvolvido pela equipe da Central Globo de Engenharia que permite a transmissão de conteúdo tanto pela internet quanto por satélite.

 

Em 2005, escalou a montanha mais alta do mundo, o Monte Everest, com quase 9.000 metros de altura, localizado na fronteira do Tibete com o Nepal. Essa aventura não foi concluída devido às condições climáticas. Voltou lá em 2008 e concluiu a chegada ao cume ao lado de Eduardo Keppke e Rodrigo Raineri. Antes, em 2007, subiu a montanha mais fria do mundo: o McKinley, no Alasca.

 

Em 2007, participou ainda da cobertura dos Jogos Pan-Americanos do Rio, para o Esporte Espetacular. Para o Bom Dia Brasil, fez a série de reportagens Viagem no Tempo, na qual mostrou a evolução tecnológica por que passaram os esportes e os equipamentos utilizados pelos atletas.

 

Em 2009, estreou o quadro Esporte Extremo, no Esporte Espetacular. Em 2011, fez uma edição especial do quadro para o Fantástico.

 

De acordo com Clayton, as produções do Planeta Extremo "demandam um bom preparo físico, então nunca deixo de estar preparado". Foi com toda essa preparação e coragem que ele passou do gelo na disputa da Maratona da Antártica para as areias da Maratona de Sables, no Deserto do Saara.

 

A Maratona da Antártica foi realizada na primeira temporada do programa, uma prova de 42km, onde o repórter contava com apoio logístico: barraca, comida, etc. A Maratona de Sables é uma prova com seis etapas, e o atleta é autossuficiente, precisa levar na mochila tudo que vai usar durante sete dias no deserto. De acordo com Clayton, é uma prova duríssima, um evento de superação, solidariedade.

 

Na estreia, a segunda temporada do seu quadro Planeta Extremo no Fantástico, em 2012, veio bem diversificada. Cleyton foi para a Malásia, para uma maratona de escalada chamada de Climbaton, no Monte Kinabalu. No próximo programa, às corredeiras do Rio Zambeze, na África. De acordo com ele, são as corredeiras mais fortes do mundo.

 

Atravessou ileso duas temporadas do quadro Planeta Extremo. Só se lembra de ter se machucado na primeira corrida de aventura que se propôs a fazer, nos anos 1990.

 

Com tudo isso, Clayton virou expert em adrenalina, a ponto de já perder a conta das reportagens de aventura que fez.

 

Passar semanas sem ver a luz do dia, enfrentar ursos, disputar maratona na Antártica e ver de pertinho a aurora boreal: essas são atividades jamais imaginadas por grande parte da população mundial. Porém, para o repórter Clayton Conservani, isso tudo é, além de comum, um enorme prazer.

 

Conservani declara que nunca é muito cedo, nem tão tarde para começar uma atividade. Ao contar sobre sua aventura no Everest, disse ter ouvido muitas histórias de quem desistia, mas seguiu em frente, pois a vontade de vencer era grande e não deveria ouvir a voz dos derrotados.

 

Em 2015, o Planeta Extremo estreou uma nova temporada na TV Globo com Clayton ao lado da jornalista esportiva Carol Barcellos.

 

Temas das Palestras


Clayton fala principalmente da capacidade que temos em realizar tarefas que pareciam impossíveis. Fala muito de trabalho em equipe, planejamento e tomada de decisões sob pressão.

  

Limites Extremos

 

Com histórias e imagens, o repórter narra momentos dramáticos e perigosos em suas expedições pelos lugares mais inóspitos do planeta. Foi preciso muito planejamento, treinamento, dedicação e trabalho em equipe para realizar tarefas arriscadas que pareciam quase impossíveis. Em sua narrativa, Clayton destaca o limite do ser humano e suas limitações. O menino que escalava as montanhas de Itatiaia, na infância, foi parar no Monte Everest, a mais alta do mundo. As imagens impactantes, exibidas na palestra, levam o público para lugares lindos e perigosos. Clayton revela momentos tensos durante as expedições, quando teve que tomar decisões de alto risco, que poderiam ter custado sua vida.

 

02/2019


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