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Adalberto Piotto

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Adalberto Piotto é âncora da Rádio CBN de São Paulo desde o ano 2000 no programa CBN Total. 

 

É também consultor de media training para assessorias de comunicação, onde tem treinado executivos de grandes companhias brasileiras. Também trabalha como mediador de debates e apresentador de seminários nas áreas de política e economia, além de sempre atender a convites de universidades para palestras nas faculdades de jornalismo.


Em 1998, quando começou como repórter depois de duas temporadas de meses de estudo fora do país. Formou-se em Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba. Antes, durante 8 meses, tinha sido aluno da Escola da Marinha em Florianópolis. Com especialização em economia pela Fipe-USP, estudou inglês e cultura britânica no St. Giles College de Londres e na Leeds Metropolitan University, norte da Inglaterra. Nascido na pequena Rio das Pedras, interior de São Paulo.


Depois de anos trabalhando em emissoras de TV do interior, a maioria delas afiliada às grandes redes do país, como a TV Brasil, SBT de Campinas, como repórter, cheguou à CBN.


A experiência de repórter único da emissora no horário das 17h à meia-noite, logo depois de ter morado na Europa, foi decisivo para habituar-se à metrópole cosmopolita do país e entender a realidade brasileira sob uma ótica mais ampla e diversificada. Como repórter, teve como desafio lidar diariamente com pautas diferentes (várias vezes, foi chamado a sair do tapete felpudo de uma cerimônia no Palácio dos Bandeirantes ou da Fiesp para acompanhar um triste resgate de vítimas de deslizamento de terra na incrivelmente pobre e desorganizada periferia da cidade. Tudo numa mesma noite de trabalho).


Com várias viagens para reportagens no exterior teve entre elas, o Seminário Energy & Power em Houston, Texas, que discutia a abertura do monopólio do petróleo no Brasil. Em 2004, foram três semanas de viagem por cinco estados norte-americanos como convidado do Departamento de Estado dos EUA, para um programa chamado International Future Leadership, focado em visitas aos principais órgãos de política externa e comercial e à universidades e empresas de comunicação e midia. Foi nesse outubro/novembro de 2004 que cobriu as eleições americanas e eventos sobre comércio internacional. À época, o comitê organizador convidou-o a ser palestrante da Semana de Educação Internacional da New School University de Nova York.


Em junho de 2006, como visitante convidado do Ministério de Relações Exteriores da França. A viagem abrangeu entrevistas sobre Relações Internacionais (Iraque, Irã, Conselho de Segurança da ONU), Comércio Exterior (rodada Doha, negociações Mercosul/União Européia) e Política Agrícola Francesa.


Escreveu a série especial de reportagens "O 11 de Setembro: um ano depois", indicada ao Prêmio Libero Badaró de Jornalismo. Indicado aos prêmios Ethos pela série sobre responsabilidade social das empresas, Imprensa Embratel com a reportagem "Pirataria nas Ruas do Brasil" e GP Ayrton Senna de Jornalismo com "Escola de crianças.no hospital!" sobre educação hospitalar de crianças no Hospital do Câncer de São Paulo.

 

Em 2012, produziu e dirigiu o documentário Orgulho de ser Brasileiro, lançado em 2013.

 

Em 2014, voltou a trabalhar na rádio, desta vez como âncora do Jornal da Manhã, na Rádio Jovem Pan de São Paulo, deixando a emissora em dezembro.

 

Em 2017, foi contratado pela TV Brasil para apresentar o programa Cenário Econômico, direto da sede da Bovespa. 

 

Tema da Palestra

 

* A evolução do media training para o media-public training

 

É notório o quanto ambos os lados de uma notícia ou conteúdo se desenvolveram e mudaram as perspectivas.

 

Os representantes e porta-vozes de todas as instituições, privadas ou públicas, evoluíram estão hoje num outro patamar de exposição e importância. Se os veículos, seja o rádio, a TV, o impresso ou a internet, usam agora todas as mídias possíveis para fazerem seu trabalho, o ponto principal da relação, a partir do entrevistado está justamente em como ele se expressa, em como expressa a mensagem da empresa na forma como se relaciona com a sociedade que é, justamente, quem precisa ser compreendida pelo porta-voz.

 

O media training convencional de até bem pouco tempo era focado na imprensa, na lida exclusiva com o jornalista e seus diferentes veículos e linguagens. Isso continua importante e é necessário. Mas é mandatório que a empresa e seus porta-vozes sejam preparados para o destino final de toda informação: o público. É esta evolução de comunicação empresarial e relacionamento que desenvolveu no treinamento. O treinamento para se relacionar com a mídia evoluiu para o media-public training. Nenhuma informação publicada por veículos de imprensa ou de mídia mais aberta, como programas de televisão não necessariamente jornalísticos, vai parar na redação, no impresso, no audiovisual. Tudo passará pelo crivo dos debates dentro dos próprios sites dos veículos e das redes sociais, visto que convivemos num formato de debate amplo.

 

A mensagem da empresa precisa expor todos os seus elementos de convicção, transparência e efetivo papel social para oferecer temas e subsídios aos leitores ou espectadores que tiverem contato com ela. Estes, se bem subsidiados, terão como defender aquele ponto de vista que foi exposto pelo porta-voz. É este formato mais amplo, moderno e realista que oferece ao público. O media training não se trata mais apenas de lidar com a imprensa. Mas sobretudo em como se relacionar de forma segura, eficiente e produtiva com a opinião pública.

 

11/2018


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